[15.08.2010 19:38:36] por Daniela Oliveira Mulheres estressadas tem maior dificuldade em engravidar
Um estudo científico, realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostrou que altos índices de estresse podem diminuir as chances de uma mulher engravidar. Foram medidos quantidades de hormônios associados ao estresses de mulheres que tentavam engravidar naturalmente. Segundo a equipe de estudiosos, sessões de relaxamento podem ajudar alguns casais, mas mais pesquisas serão necessárias. O estudo foi feito com o monitoramento de 274 mulheres saudáveis com idade entre 18 e 40 anos e que estavam tentando engravidar. As influências do fumo, bebidas alcoólicas, obesidade já conhecidas pela medicina, porém com relação ao estresse ainda não está tão claro. Os exames foram realizados com a saliva das participantes, com o objetivo de medir a adrenalina (hormônio liberado quando a pessoa está ameaçada ou sente estar) e o cortisol (relacionado ao estresse crônico). O resultado obtido mostrou que as mulheres com altos indicativos de índices de adrenalina tiveram em até 12% suas chances de engravidar diminuídas. Com relação ao hormônio cortisol, os pesquisadores não conseguiram encontrar relação. Segundo a pesquisadora, a cientista Cecilia Pyper, da National Perinatal Epidemiology Unit da Universidade de Oxford, o objetivo do estudo é encontrar fatores que possam influenciar a gravidez de mulheres saudáveis. A cientista salienta que o resultado mostra que os casais que querem ter filhos, devem ficar o máximo possível relaxados. Fonte G1
[05.08.2010 13:30:18] por Daniela Oliveira Saiba mais sobre a Hiperatividade Infantil

(Foto ilustrativa)
O Transtorno do Déficit de Atenção ou Distúrbio do Déficit de Atenção, ambos conhecidos popularmente como Hiperatividade Infantil é um transtorno de causas genéticas e que com freqüência acompanha a pessoa por toda a sua vida. Segundo o neuro-pediatra Dr. José Ramos, o transtorno tem como principais sintomas a desatenção, inquietude e impulsividade. Os pais devem ficar atentos, pois a hiperatividade pode ser sentida desde a gestação, com bebês que são muito inquietos. Mas é nos primeiros anos de vida que os sintomas tornam-se mais claros, diferenciando-se da hiperatividade fisiológica O médico salienta que crianças tidas como “avoadas” ou “estabanadas” podem ter Transtorno do Déficit de Atenção. Os meninos geralmente possuem mais impulsividade que as meninas, mas tanto um quanto o outro são desatentos, explica o neuro-pediatra. Quando em fase escolar, a hiperatividade pode causar dificuldades nas atividades escolares e no relacionamento com pais, professores e demais crianças. É preciso que profissionais da educação tenham conhecimento sobre o assunto, pois pode ser preciso um tratamento diferenciado entre os alunos, como por exemplo o aluno sentar-se sempre nas primeiras carteiras, longe das janelas e se necessário provas diferenciadas com textos mais curtos e até mesmo provas feitas de maneira oral. De acordo com Dr. José Ramos, em adolescentes, o transtorno pode levar a problemas como dificuldades com regras e limites. Em geral, a doença pode trazer dificuldades escolares, de relacionamento, repetência escolar, depressão e baixa autoestima. A doença é para a vida toda, porém tende a diminuir com a idade. O neuro-pediatra explica que o transtorno de atenção pode ser tratado desde que isso traga prejuízos para a vida. O tratamento pode ser feito através do uso de medicamentos, além de um acompanhamento com psicopedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional a depender de cada caso. O tratamento é feito de maneira contínua até certo tempo, em média de anos, a depender do prejuízo causado pelo transtorno ao indivíduo, salienta o neuro-pediatra Dr José Ramos.
[03.08.2010 11:26:51] por Daniela Oliveira Número de transplantes e doações de órgãos cresce no país
Nesse primeiro semestre, o Brasil teve 16,% de aumento no número de transplantes e atingiu um número recorde de doações de órgãos em comparação ao ano passado, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde. Em todo o país, nos primeiros seis meses do ano, foram realizadas 2.367 cirurgias superando as 2.033 realizadas no mesmo período do ano passado. No comparativo, em 2008 o número era ainda mais baixo com 1.688 cirurgias feitas. Cerca de 90% das cirurgias feitas são pelo Sistema Único de Saúde (SUS) segundo o Ministério da Saúde. O número de doadores efetivos subiu 17% em 2010, o que representa um número de 983 pessoas ou 10,06 doadores por milhão da população. Em 2009, esse número era de 818 pessoas ou 8,6 por milhão da população. Os estados do Brasil que lideram essa estatística são: São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal e Ceará. Já Amazonas e Rondônia não registraram doadores efetivos no primeiro semestre deste ano. Fonte G1
[02.08.2010 10:32:16] por Daniela Oliveira Dia Mundial da Amamentação: saiba quais alimentos ajudam ou atrapalham

(Foto Escola de Postura)
Muitas mães, principalmente no primeiro filho, se vêem com diversas dúvidas sobre como amamentar bem o seu filho. No Dia Nacional da Amamentação, saiba mais sobre quais alimentos podem ajudar a ter mais ou menos produção de leite. Quanto mais a criança mama, maior produção de leite ocorre. Por isso, incentive o bebê a mamar. Outra coisa que pode ajudar é a mãe mesma tirar o leite com a mão ou com a ajuda de uma bombinha apropriada, para guardar no congelador ou doar a um banco de leite. Alimentos como chá de erva-doce, caldo de cana e cerveja preta podem ajudar na produção de leite. Uma ressalva deve ser feita com relação à cerveja preta, pois a presença do álcool inibe a produção de leite, assim como o cigarro e alguns medicamentos. A questão emocional também influencia na produção de leite, por isso é preciso que a mãe não esteja estressada ou angustiada, tenha uma boa alimentação e com muita ingestão de líquido. Em último caso, ao consultar o médico, este pode fornecer um medicamento que incentive a produção de leite. É mito a denominação de leite fraco. O leite materno não tem a mesma consistência que o leite da vaca, por exemplo. Mas o fato do materno ter aparência aguada não quer dizer menos nutrientes. Caso o bebê não esteja satisfeito, chorando muito, é preciso descobrir junto com o pediatra qual o problema. Alimentos usados em excesso, como alho, cebola e pimenta, além de outros alimentos condimentados, mudam o sabor do leite e é preciso de maior atenção. Fonte Yahoo
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